Esta
é uma breve reflexão
Em
algumas mães que cumpriram sua missão
E,
são a nós, de diferentes modos, exemplo de condução
Do
amor de Deus no cumprimento de, como mães, exercer sua função
E
torna-se para nós, uma valiosa lição
Para
sermos mães com tamanha dedicação!
Eva,
de todas as mães, foi a primeira
No
parto não tinha médica, hospital ou enfermeira
Não
houve fotos, filmagens e nem aquela choradeira
Mas
Deus estava com ela, mesmo em meio a dor que ainda não era costumeira
E foi
corajosa, mesmo quando seu filho matou o irmão, das decepções sendo a primeira.
Sara
foi uma mãe muito dedicada
Da
historia de sua gravidez, na velhice, ela achou engraçada
Quando
o anjo apareceu e prometeu um filho, no íntimo deu risada
Mas
quando ele nasceu, ajudou Abraão na empreitada
De
Conduzir o filho diante de Deus durante a sua jornada.
Rebeca
foi uma mãe completamente obstinada
De
tornar Jacó o filho abençoado ela estava determinada,
Pois
como “enganador” ele já vivia de forma caracterizada
Fazendo
com que todos o olhassem de forma discriminada
E ela
lutou até seu filho mudar de história e garantir que viveria de forma abençoada
Joquebede,
mãe de Moisés, era destemida
A
ordem de faraó para matar os meninos não a deixou deprimida
Escondeu
seu filho, enquanto pode, em sua casa, embora reprimida
Mandando-o
num cesto, pelo rio, esperando que alguém o acha-se – que torcida!
E a filha
de faraó achou-o e deu-o a ela para amamentar – Deus a ajudou, ela era
agradecida!
Ana
era uma fantástica mulher de oração
Enquanto
o Senhor não a atendeu, não desistiu não!
Confiava
em Deus e isso também orientava sua ação
E,
diante de Penina, lamentava a provocação
Mas
sabia que deveria levantar sua voz, e não sua mão
Na
tratativa para mudar aquela dolorosa situação
Isabel
era uma mulher, a Deus, obediente
Mesmo
em velhice tornou-se parturiente
Ao
ser visitada pelo Anjo que lhe falou da gestação de forma convincente
E
vendo o marido mudo, entendeu naquela situação a ação de Deus, pois era
sapiente
E aguardou
o fim da gestação e a volta da fala do seu marido, pois era paciente.
Maria,
mulher bendita, era fiel ao Senhor
Por
isso, alcançou de Deus o favor
Sendo
escolhida como a mãe do Salvador
Por
ser, naquela época, uma mulher cheia de fervor
E
assumiu aquela missão, apesar de, sua relação com José, poder suscitar pavor
Mas
fez o que fez para Deus e, exclusivamente a Ele, rendeu o louvor
Fazendo
seu papel de mãe e dedicando ao seu filho o que podia: o amor.
Dessas
mães, nessas condições, precisamos ser imitadoras
Pois
sabemos que, na educação dos filhos, seremos sempre batalhadoras
Para
que vivam e agradem ao Senhor até em suas escolhas
Pois
não os criamos num mundo a parte, em bolhas.
Mesmo
em circunstâncias que, aos nossos olhos, pareçam intimidadoras
Nesta
tarefa, diante do Senhor, Nele, sabemos que seremos “mais que vencedoras”.
MSR

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